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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

EU SOU UMA MONTANHA RUSSA



Decidi parar para refletir na hora do rush, e descobrir que é o melhor momento para saber mais sobre si. O trafego,as buzinas e a lotação não atrapalham quando encostamos a cabeça na janela do ônibus, e entramos em catarse, estimulando o despertar das emoções contidas e omitidas, viajo.

Ser tão intenso me sufoca, mas o que fazer quando se trata de um grande hiato? Amor e indiferença. Com o amor há tantos sentimentos mas a indiferença, pior que o ódio, é a ausência de qualquer sentido, não somos lembrados.

Não sou capaz de largar tudo por um sonho, e me sinto desprezível por isso, mas ariscar-se a perder tudo que foi construído é cruel.  Tem dias que acordamos mais continuamos num sono profundo, mal percebemos as flores tão lindas em qualquer terreno, nem sequer sorrimos de braços abertos olhando o sol, precisamos acordar! Viver é sentir.

Quero o mais maduro dos homens com um fogo adolescente, mas é pedi muito talvez. Expresso meus desejos aqui porque quero lembrar o que um dia fui, ou o que ainda sou. Depois eu mudarei de ideia, negarei tudo acima e mais tarde voltarei atrás e assinarei em baixo tudo escrito. Descendo com tanta força e subindo vagarosamente, repito esse ritual todo santo dia, sem refletir muito sobre minhas contradições, os dias podem também ser santos, devo negar isso amanhã cedo.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

CHUVA, CHÁ E UM BOM LIVRO...



O inverno é a estação da reflexão. Ficamos em casa presos a na nossa cama, ouvindo o barulhinho da chuva, exercitando o desapego, cochilando ou quem sabe namorando, (nem que seja apenas por telefone). 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

SONHAR



Todos os dias quando meus pés sentem o frio do chão das 6, tento começar o dia com mais paz. O café da manhã sempre é tão normal sem uma harmonia familiar presente. Hoje o tempo voa e ninguém senta, sorri e come. Comi e corre.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

SOLIDÃO



Acordei cedo naquela quinta-feira de Maio. Não me recordo a data mas chovia forte e parecia ser mais cedo do que as horas marcavam. Não pude evitar um café quente na minha xícara "I love new york", mesmo nunca tendo ido a essa cidade, gostava daquela xícara, talvez por que nela havia o não verbal, um coração para love...
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